Cereal farro começa ser usado na culinária brasileira
Que o farro foi um dos primeiros cereais empregados na culinária, usado desde o Egito antigo e cultivado durante séculos na região do Mediterrâneo - era tido como um alimento precioso e servia como oferenda às divindades daquela época.
Grãos de farro esmagados e cozidos em água eram usados pelos romanos para preparar o "pultem", um antecessor da polenta que tinha consistência mole e era servido geralmente misturado a queijos, carnes e molhos. Apesar de sua importância, após a queda do Império Romano, cereais mais produtivos foram desenvolvidos e seu cultivo entrou em declínio.
Na América do Norte e Europa, o grão é muito consumido, devido a seu alto valor nutricional e energético, em saladas, sopas e massas (macarrão, pão e pizza) e, em especial na Itália, onde o cultivo é feito em toda a região central, sendo o farro da área de Garfagnana, na Toscana, muito famoso por seu sabor amendoado.
Atualmente, o grão começa a ser conhecido também no Brasil e quem segue a tradição aqui é o italiano Vincenzo Vessicchio, chef de cozinha da Casa da Fazenda do Morumbi. Há cerca de 5 meses, o chef, após visita à Itália, sua terra Natal, voltou ao Brasil trazendo a novidade que logo fez sucesso entre os clientes da Casa. Atendendo a pedidos, Vincenzo incluiu o cereal no cardápio do buffet, servido aos finais de semana, como mais uma opção (fixa) saborosa e nutritiva, além do tradicional arroz e risoto.
Com uma aparência marrom clara, similar a do trigo usado para fazer a farinha, só que com a casca que adere ao grão durante a colheita - como ocorre com a cevada e com a aveia -, o farro tem proteínas, que beneficiam quem pratica atividade física, fibras que auxiliam na digestão e na normalização do colesterol e pode ser consumido por diabéticos. E por ser muito resistente, costuma ser produzido sem utilização de pesticidas, ganhando ainda adeptos entre os apreciadores de orgânicos.
Atualizado em: 06/01/2009
Grãos de farro esmagados e cozidos em água eram usados pelos romanos para preparar o "pultem", um antecessor da polenta que tinha consistência mole e era servido geralmente misturado a queijos, carnes e molhos. Apesar de sua importância, após a queda do Império Romano, cereais mais produtivos foram desenvolvidos e seu cultivo entrou em declínio.
Na América do Norte e Europa, o grão é muito consumido, devido a seu alto valor nutricional e energético, em saladas, sopas e massas (macarrão, pão e pizza) e, em especial na Itália, onde o cultivo é feito em toda a região central, sendo o farro da área de Garfagnana, na Toscana, muito famoso por seu sabor amendoado. Atualmente, o grão começa a ser conhecido também no Brasil e quem segue a tradição aqui é o italiano Vincenzo Vessicchio, chef de cozinha da Casa da Fazenda do Morumbi. Há cerca de 5 meses, o chef, após visita à Itália, sua terra Natal, voltou ao Brasil trazendo a novidade que logo fez sucesso entre os clientes da Casa. Atendendo a pedidos, Vincenzo incluiu o cereal no cardápio do buffet, servido aos finais de semana, como mais uma opção (fixa) saborosa e nutritiva, além do tradicional arroz e risoto.
Com uma aparência marrom clara, similar a do trigo usado para fazer a farinha, só que com a casca que adere ao grão durante a colheita - como ocorre com a cevada e com a aveia -, o farro tem proteínas, que beneficiam quem pratica atividade física, fibras que auxiliam na digestão e na normalização do colesterol e pode ser consumido por diabéticos. E por ser muito resistente, costuma ser produzido sem utilização de pesticidas, ganhando ainda adeptos entre os apreciadores de orgânicos.
Atualizado em: 06/01/2009